Livro de Visitas

Saudades é o amor que fica

Data: 11-11-2017 | De: João Henrique

Morei de 1952 a 1980 neste querido e saudoso bairro que amo e lembro sempre das festas, dos bailes, dos desfiles em dias das comemorações cívicas.Alguns locais que sempre frequentei: Igreja Nsa.Sra. da Anunciação na época do Padre Luiz e da Congregação Mariana, joguei bola no time da congregação e os amigos Herivelton Neves , Mauro Sebastião e Manoel Maria Francisco amigos de infância, João Silvano , Vado, Luizinho, da juventude dos bailes da Guilhermina, Aliança e do Palmeirinhas. de estudar no Ceca e Jaime Cortesão . Saudades de tudo e de todos. Um beijo a todos que nasceram e aos que ainda moram neste local abençoado.

Memórias do bairro

Data: 03-11-2016 | De: William Toda

Sou morador da região desde que nasci (1976). Sou fã da Vila Guilherme. Frequente a praça Oscar desde criança. Desde que ali havia um Jumbo Eletro. Boa iniciativa para resgatar as nossas memórias.

Re:Memórias do bairro

Data: 26-07-2017 | De: Fatima

Estudei no CECA em 1974

Re:Memórias do bairro

Data: 26-07-2017 | De: Fatima

Estudei no CECA em 1974 fazia parte da banda

Ex-Aluno do CECA, 1970, 5ª serie C até 8ª serie noturna

Data: 22-07-2016 | De: Adelino Augusto de Andrade Junior

gostaria muito de comunicar-me com colegas deste período, por sinal um dos melhores da minha vida, endereço, email, atendimento@adelinocorretor.com.br

Moradores Antigos de Vila Guilherme

Data: 04-04-2016 | De: Cleber Ramires Lopes


Bom dia Sr. Edgard tudo bem ?

Primeiramente parabéns pelo site vilaguilherme-sp.

Na verdade não tenho muita ligação com o bairro pois sou nascido no bairro do Ipiranga , porém meu pai Abílio Aparecido Lopes (in memoriam) nasceu em Jau-SP (filho de espanhóis que migraram para Brasil) e foram morar em SP Capital na Vila Guilherme com 2 anos de idade e foi criado no bairro , ali conheceu minha mãe (Filha de nordestinos) que migrou da Bahia a SP e também na Vila Guilherme foi morar.

Casaram-se na Igreja de São Sebastião e meu pai por trabalhar no Ipiranga como Ourives (Joalheiro) a distancia fez que após o casamento os mesmo mudassem para o Ipiranga.

bom meu contato tem como objetivo de poder inserir um pouco da historia do meu pai no site através de fotos que vi lá destacadas pois ele era um dos diretor do G.E.S Sebastião no qual eu possuo desde a carteirinha do Clube como também fotos do time e etc.

Ficaria muito feliz e gratificado caso pudesse incluir essas fotos no site e contribuir um pouco para a historia do clube e do bairro que apesar de não morar eu frequento muito pois trabalho próximo.

Grato e aguardo uma resposta ansiosamente ,

Cleber Ramires Lopes
cel 99196-4009

Site Excelente

Data: 01-02-2016 | De: Rogério Munhoz Garcia

Primeiramente boa noite a todos. Sou morador da Vila Guilherme desde quando nasci ( 1973), moro na Cássio de ALmeida de tenho minha empresa aqui tambem. Amo este bairro e sou feliz aqui. Gostaria de rever amigos e fazer novos. Abraços e parabéns pelo site!!! Eu FACE : rogerio.munhoz01 / e-mail GRUPORAMAL@yahoo.com.br Abs !

Uma Rua...

Data: 29-12-2015 | De: AMAURI MARTINS

Uma rua, brincadeiras, apelidos, saudade...

Estávamos no ano de 1958, perto do Natal, a infância a todo vapor, éramos todos infantes e as brincadeiras se sucediam, na mais pura inocência.
Brincávamos nas ruas da Vila Guilherme e com mais freqüência na Av. Angelina e nossa mente infantil só queria brincar, brincar, brincar. As brincadeiras se sucediam aos montes: pega-pega, palha e chumbo (coitado dos pequenos), queimada, taco, carrinhos rolemã, empinar pipas, bolinha de gude, não deixando de lado o futebol, no terreno da Maria Parente.
Fomos todos criados na rua, nós éramos puramente filhos da rua. Não existia
muro que separasse uma casa da outra. Não existia classe alta ou classe baixa, éramos todos irmãos, portanto éramos todos filhos da rua.
Os apelidos aconteciam naturalmente, mas não era booling. Eu tive a felicidade de colocar dois apelidos. O primeiro perdura até hoje e com muita hombridade, dignidade e honestidade ele carrega, o que virou marca registrada, nestes 60 anos de apelido e o segundo infelizmente a vida foi-lhe tirada ainda muito jovem, num ato de brutalidade.
O primeiro apelido foi dado naquele dezembro de 1955 a uma pessoa que posteriormente, já carregando o apelido, se fez homem e quando se casou já era um BARÃO. Nada melhor do que um título de nobreza para um jovem responsável e trabalhador .
Simultaneamente, o segundo apelido, o que o tornou famoso, foi dado ao PASTOR, que de pastor não tinha nada. Mas infelizmente a pureza do seu caráter, fez com que ele teve a vida interrompida com mais ou menos 30 anos de idade.
Enfim, neste mundo onde passamos por muitas coisas : alegrias, tristezas, dores, perdas, vitórias, derrotas , ficou a minha contribuição para esses dois colegas, pequena diante de outras que já aconteceram e outras que ainda virão.
Sessenta anos se passaram e hoje já não digo que não exista classe rica e classe pobre, mas sim na sua grande maioria é uma classe vencedora .
Estampasse no semblante de cada um, quando nos encontramos, que o aprendizado que tivemos, como filhos da rua, somando-se a educação do lar e nos bancos escolares, o sorriso de quem está de bem com a vida.
Agradeço a amizade dos que estão presentes e a saudade dos ausentes.
tenho dito.
am

fotos da minha pesquisa

Data: 18-05-2015 | De: Shirley Carille

Eu deveria ser mencionada neste site, pois muitas fotos aqui publicadas são frutos da minha pesquisa, e posto no grupo do face e qdo venho aqui estão todas postadas aqui e nem se quer sou mencionada. ai fica fácil eu pesquiso e fica facil vir aqui e postar ne ? hahahah

agradecimento

Data: 05-05-2015 | De: maria Ione

Li tudo e me lembro de muita coisa. Estudei no Colégio Afranio Peixoto e depois Colégio de Vila Guilherme. A filha do seu Zezinho estudou comigo. A Noemia. Meu marido fazia bailinhos em casa na garagem e participava de um clubinho de futebol q não me lembro o nome. Eu conheço muitos dessa época. Os professores Rufino e um outro q foi diretor do Ceca. Mas foi muito bom ler o seu blog.Parabéns pela iniciativa.

Problems

Data: 30-01-2015 | De: Fadir

Drugstore should be cheaper

fotos

Data: 18-09-2014 | De: Shirley Carille

ligeirinho o sr hein: ja colocou as fotos q eu achei kkkkkkkkkkkk
pode por as fotos da maria luiza se ela reclamar eu peço pro sr tirar.abç

Re:fotos

Data: 30-01-2015 | De: Fadir

Insurances and asurances should be cheaper

Boas recordações de Vila Guilherme

Data: 16-09-2014 | De: Walter Bonetti


Endereço electrónico: ppdecologia@yahoo.com.br

Assunto: Morei na vila Guilherme.

Mensagem:
Olá Amigos da Vila Guilherme, mudei do Canindé da rua Araguai 178 - aos 14 anos para a rua José Henrique 99 - travessa da Rua da Coroa. na época de São João. foi a época mais feliz da minha vida, joguei bola no centro da coroa. garotas da coroa. 7 de setembro - vasco. meu apelido era Pagão. hoje moro no Temembé, mais ainda tenho casa na rua José Henrique. frequentei as quermeses da igreja São Sebastião. eta tempo bom.

Quem será a Marta mencionada?

Data: 16-08-2014 | De: José de Almeida Amaral Júnior

Quem será a Marta mencionada?
José de Almeida Amaral Júnior
Data de nascimento: 17/03/1962
Em 2002 o bairro foi homenageado com o livro “São Sebastião e a Vila Guilherme – Memórias Paulistanas da Zona Norte”, por Benedita Conceição C. Silva e José de Almeida Amaral Júnior, publicado pela Câmara Sócio-Cultural da Zona Norte de São Paulo. Neste 2012, em seu centenário de fundação, ganhou de presente o filme, premiado no concurso “História dos Bairros de São Paulo”, documentário intitulado “Vila Guilherme – Do Pombo-Correio ao E-mail”, com direção, roteiro e edição de Rodrigo Gontijo para a TV PUCSP, lembrando causos e aspectos pitorescos da região.
Foi morador da Vila Guilherme - Av Joaquina Ramalho

Parabéns Vila Guilherme

Data: 11-04-2014 | De: Rogério de Freitas

Nasci aqui e quero ficar neste bairro maravilhoso com gente simpática e educada o tempo passa e a nossa querida Vila Guilherme fica cada vez melhor. Estamos sujeito a vários problemas que uma metrópole desenvolvida tem, porém, vejo que nossa Vila Guilherme tem potencial de ser cada vez melhor pois sua comunidade é participativa e acolhedora por isso eu amo a Vila Guilherme.

Re:Parabéns Vila Guilherme

Data: 11-04-2014 | De: Edgard Martins (Vô ED)

Jovem Rogério de Freitas... uma boa noite !
Gostaria aqui de expor a alegria de ver a sua mensagem nesse Site.
Agradecer o destaque sobre o nosso querido bairro.
É uma honra, para mim que buscou a realização desse sonho, ver o trabalho e dedicação, percebido por você.
O meu muito obrigado pela visita.
Fortes abraços.

Parque do Trote

Data: 21-01-2014 | De: Maria Clara de Campos Mello - 2/9/2010

Atualizado em 02.09.10
Autor: Maria Clara de Campos Mello
Parque do Trote. Foto: Caio Pimenta/ SPTuris.

O Parque do Trote, localizado na Vila Guilherme, é um espaço de 187 mil metros quadrados. Possui áreas para todas as idades, como playgrounds, pista de corrida, ciclovia, quadra poliesportiva e churrasqueiras, além de ser totalmente acessível a portadores de necessidades especiais.

A preocupação com acessibilidade está presente em todos os lugares, desde as pistas de cooper, que possuem corrimãos de segurança, até os brinquedos do playground.

O parque reúne também diversos exemplares da nossa flora, como tipuana, mangueira, jatobá e pitangueira, e oferece aos visitantes duas trilhas, a dos Sentidos e a das Aves. A primeira se baseia na exploração da natureza pelo tato, olfato e visão. Já a segunda apresenta todas as espécies de pássaros que estão no parque.

Serviço
Parque do Trote
Rua Nadir Dias de Figueiredo, s/n (Portaria 1) / Rua São Quirino, 905 (Portaria 2) – Vila Guilherme
Horário: das 5h30 às 20h (Portaria 1) / das 5h30 às 18h e 5h30 às 20h (Portaria 2 e horário de verão)
Tel.: (11) 2905-0165
www.prefeitura.sp.gov.br


CENTENÁRIO DE VILA GUILHERME

Data: 25-08-2013 | De: JOSÉ DE ALMEIDA AMARAL JUNIOR

100 Anos da Vila Guilherme
Por mundolusiada | 11 setembro, 2012 as 10:49 am

Algumas linhas sobre a história da Zona Norte Paulistana


Por José de Almeida Amaral Júnior

O Rio Tietê, inteiramente paulista, nasce em uma altitude de1027 mna Serra do Mar, região de Salesópolis, percorrendo então, de sudeste a noroeste, até sua foz no Rio Paraná,1136 quilômetros. Trajeto cheio de corredeiras, cachoeiras, afluentes e sinuosidades. Então, em um determinado momento deste roteiro, sua grandiosidade corta a cidade de São Paulo. Marcante presença. É verdade que ele na virada do século XIX para o XX ganhou projeção como local para lazer e recreação, com as pessoas fazendo piquenique, nadando e até competindo em suas águas, mas, é inquestionável que a região mais ao norte, o ‘lado de lá’ do Tietê, permaneceu num certo isolamento em relação ao restante da cidade. A chamada Ponte Grande – que na verdade não foi apenas uma, mas várias – que passava sobre o Tietê desde o século XVII, teve que ser reconstruída muitas vezes devido sua precariedade. Feitas de madeira, apodreciam com o tempo e as enchentes do rio não eram fáceis. A última Ponte Grande ficava na altura da atual Ponte das Bandeiras, reinaugurada na gestão de Prestes Maia, em 1942. Era rumo obrigatório para quem do centro sul da cidade se destinava ao Vale do Paraíba, a Minas por Taubaté e ao Rio de Janeiro, após passar pela Ponte Pequena, que ficava sobre o rio Tamanduateí.

A margem direita do Tietê era famosa por suas chácaras. Um pedaço que mantinha certo aspecto interiorano, se confrontado com a região mais perto do Centro Velho. É sabido que desde o século XVI a região dedicou-se ao cultivo de verduras, legumes, frutas e mandiocas que eram vendidos na cidade. No final do século XIX foi construído o Parque da Cantareira, para preservação de 5600 h de reserva florestal e, logo mais abaixo, foi inaugurado o Horto Florestal, áreas verdes que confirmavam assim as características da zona norte da cidade, cheias de aves, macacos, esquilos, antas, tatus e capivaras. Um famoso trenzinho, desativado em 1957, partia da Rua 25 de Março indo até o Parque. Foram 63 anos de serviços prestados para uma população que se deliciava com os diferentes cenários apresentados pela cidade que crescia, contudo, mantinha um recanto mais próximo à natureza.

Santana é um dos mais antigos e importantes bairros dessa região norte. A chamada Fazenda de Sant’Anna pertencia originalmente a Companhia de Jesus. Com a saída dos jesuítas, foi administrada pelo governo da capitania e ganhou acentuada presença militar. Dado o processo de urbanização e a grande dimensão territorial, durante o século XIX foi dividida em sesmarias para usufruto de outros. Para se ter uma idéia, consta que a propriedade ia da região do Convento da Luz até as proximidades de Mairiporã. No ano de 1887 havia já 130 pessoas vivendo em Santana. O Parque da Cantareira e seu ‘Tramway’, além das ofertas dos terrenos, aos poucos chamavam a atenção das pessoas para a colonização daquele pedaço afastado. Desta forma, bairros iam surgindo, segundo as regras administrativas municipais que se adaptavam aos novos tempos. Entre eles, a hoje centenária Vila Guilherme. A Vila Guilherme é, assim, o resultado de divisões, vendas, compras e arrendamentos das terras na parte norte da cidade. Uma região ‘do outro lado do grande Tietê’.

Nos desdobramentos na virada do século XIX para o XX, o Barão de Ramalho deixou terras no ‘além Tietê’ para a filha, dona Joaquina Ramalho Pinto. Esta negociou a propriedade de2760 m²com o empreendedor Guilherme Praun da Silva, um irrequieto carioca nascido em Petrópolis. Fundava-se, então, o vilarejo em 12 de Setembro de 1912.

Guilherme, pensando em dinamizar sua propriedade, resolveu convocar mão de obra para o trabalho. E escolheu, especialmente, a comunidade portuguesa, em fluxo de imigração para o Brasil no momento. Percebia naquela gente determinação e honestidade, além de traquejo com atividades rurais, pois muitos vinham de aldeias interioranas na Europa. Calcula-se que a imigração portuguesa para o país entre os anos de 1901 – 30 passou dos 754 mil indivíduos. A memória local registra Guilherme indo de charrete fazer suas cobranças, de posse de uma caderneta, postergando o fato quando o devedor estivesse em dificuldades, angariando com isso simpatia dos moradores.

Chácaras a preços reduzidos foram oferecidas. E atividades agrárias se iniciaram, juntamente com carvoaria, olaria, extração de areia para edificação, produção de leite, entre outras. Um dos elementos mais importantes foi a construção de uma ponte, em direção à divisa dos distritos do Belém e Pari. No início dos anos 1920 timidamente a luz elétrica chegava ao pedaço, dando um pouco mais de conforto aos moradores, que paulatinamente viam aparecer grupo escolar, delegacia de polícia e farmácia, entre outros benefícios.

Devoto de São Sebastião, por ter nascido no dia do santo, construiu uma capela que se tornou mais tarde paróquia, sendo um dos pontos de concentração das atividades religiosas e de lazer dos moradores desde o princípio dos anos 1920. Posteriormente, a Igreja de N. Senhora da Anunciação, na rua Maria Cândida, igualmente faria grande papel nas atividades comunitárias.

Importante comerciante na área foi também João Veloso, proprietário de lotes onde atualmente é a av. Guilherme e a av. Nadir Dias de Figueiredo, ladeando a Sociedade Paulista de Trote, este um dos marcos do bairro. Especial local para os apaixonados por equitação, hoje transformada em parque municipal, totalmente adaptado para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. É onde se realiza anualmente um dos maiores eventos folclóricos do país, o “Revelando São Paulo”, produzido pela Abaçaí em parceria com o governo do Estado paulista.

Além do Trote e dos vários bons times de várzea, afinal, campos para a prática do futebol não faltavam, a Vila Guilherme era conhecida na cidade pelo Zoológico do Agenor, que na verdade ficava na Vila Maria, pois se localizava na Rua do Imperador, esquina com Rua Ernani Pinto, lado já do bairro vizinho. Inaugurado em 1942, fechou em 1975 com o falecimento do Sr. Agenor, num acidente com uma elefanta que rendeu grande repercussão na mídia. Foi o segundo zôo da cidade, antecedido pelo da Aclimação, inaugurado no final do século XIX. Outro aspecto interessante na divulgação do bairro foi a televisão. Na rua Dona Santa Veloso, 575, foram instalados a partir de 1967 os teatros da TV Excelsior e, depois, SBT, em meados dos anos 70, onde eram gravados boa parte dos programas do canal até o final da década de 1990, quando se mudou para a Via Anhanguera.

A Vila Guilherme, assim, bem como Vila Maria, não se beneficiaram do ‘Tramway’ da Cantareira e tão pouco da Ponte Grande, como a região de Santana. Por isso, seu desenvolvimento foi diferenciado. E suas linhas de ônibus privilegiaram o Belém, o Pari, o Brás e o Centro.

Aos poucos, no entanto, com a ampliação da ponte da Vila Guilherme, a partir dos anos 70 sente-se que o fluxo de transformações passa a se acelerar. É o chamado progresso. Nota-se que ao longo dos anos 1980 é bem menor o número de crianças jogando bola pelas ruas, tendo em vista a maior movimentação de carros pelas vias públicas. Muros vão ganhando altura, incluindo a proliferação de grades. Casas de generosos terrenos, com pomares e jardins, vão dando espaço para prédios de apartamentos. A Avenida Joaquina Ramalho se firma como região de comércio de veículos. Grandes supermercados chegam, assim como a Rodoviária do Tietê, o Shopping Center Norte e faculdades. A especulação imobiliária valoriza as áreas com a construção de edifícios. Resta bem pouco do passado valente dos primeiros moradores cheios de sonhos e tarefas a serem cumpridas naquele ‘interior’ de São Paulo que vira e mexe era encharcado pelas cheias. E são bem outras as periferias desta metrópole agora.

A Vila Guilherme tornou-se em 20 de maio de 1992 distrito municipal. No mapa administrativo ele agrega os seguintes bairros vizinhos: Coroa, Jardim Coroa, Carandiru, Vila Pizzotti, Jardim da Divisa, Vila Bariri, Vila Leonor, Vila Eleonora, Vila Paiva, Vila Santa Catarina, Chácara Cuoco, Vila Isolina, Vila Isolina Mazzei e Vila Guilherme.

Em 2002 o bairro foi homenageado com o livro “São Sebastião e a Vila Guilherme – Memórias Paulistanas da Zona Norte”, por Benedita Conceição C. Silva e José de Almeida Amaral Júnior, publicado pela Câmara Sócio-Cultural da Zona Norte de São Paulo. Neste 2012, em seu centenário de fundação, ganhou de presente o filme, premiado no concurso “História dos Bairros de São Paulo”, documentário intitulado “Vila Guilherme – Do Pombo-Correio ao E-mail”, com direção, roteiro e edição de Rodrigo Gontijo para a TV PUCSP, lembrando causos e aspectos pitorescos da região.

E a marcha do tempo prossegue seu ritmo. Tomara que nos próximos 100 anos as condições de vida dos habitantes de Vila Guilherme sejam aperfeiçoadas com o resgate de seu verde, passarinhos e tranqüilidade que marcaram suas origens, como vizinha de profundos vínculos com o grande Rio Tietê, quem sabe também novamente limpo, como naqueles tempos de outrora da zona norte paulistana.

Prof. José de Almeida Amaral Júnior
Professor universitário em Ciências Sociais; Economista, pós-graduado em Sociologia e mestre em Políticas de Educação; Colunista do Jornal Mundo Lusíada On Line, do Jornal Cantareira e da Rádio 9 de Julho AM 1600 Khz de São Paulo.

CENTENÁRIO DE VILA GUILHERME

Data: 17-09-2012 | De: Edgard Martins (Vô ED)

No dia 14 de setembro, no Campo de Bocha "João Castilho" do G.D.R. Vasco da Gama, terminou o "Torneio Centenário de Vila Guilherme - Bocha", sagrando-se Campeão o S.A.B. Parque Vitória, com os atletas: Ciro-Leite-Codato e Renato - Presidente: Sr. Wanderlei José Naliato.
Vice-Campeão o A.B.A. Vila Gustavo com os atletas: Moisés - Renato- Bruno e Adauto, Presidente Sr. Moises Cerbonine.
Arbitros dos jogos: Srs. Roberto Videira e Jairo Pimenta.
Parabéns ao Presidente do G.D.R. Vasco da Gama, Sr. Alex Martins de Souza (Leco), aos jogadores, Clubes convidados, colaboradores e ao Coordenador Sr. Geraldo Cardoso da Silva.

CENTENÁRIO DE VILA GUILHERME

Data: 17-09-2012 | De: Edgard Martins (Vô ED)

Comemorando o Centenário de Vila Guilherme, no dia 7 de setembro de 2012, o E.C.R.Lusitano, foi o CAMPEÃO do "Torneio do Centenário - Malha". Parabéns aos Diretores do Lusitano, Clubes convidados, Colaboradores, F.P.M. - Federação Paulista de Malha e ao Coordenador Sr. Francisco Antonio Carvalho (Cavalhinho).

Itens: 1 - 21 de 21

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